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Recent Posts Tagged With 'jornais'
Ágora (96) - Esgravatar
Esgravatar (I)Numa das últimas edições deste jornal, vi um comentário de um leitor, sobre a indumentária, e a parafernália de adereços, que as pessoas se habituaram a usar, para tentarem mostrar estatuto, obrigando-me a concordar totalmen...
Ágora (95) - 5º ano de praia
Numa viagem recente ao Lobito, vi no início da Restinga, provavelmente a melhor denominação de uma casa de import-export no País. A casa localizada na Av. de Moçambique nº 4, tem o pomposo nome de “5º ano de praia”, que de facto é de...
Ágora (94) - Viva a malta do Liceu
Na sexta-feira passada fui à apresentação do livro “Viva a Malta do Liceu”, num anfiteatro a” rebentar pelas costuras”, no Campo Grande em Lisboa. Graficamente apelativo, profusamente ilustrado, com depoimentos muito interessantes, este...
O Príncipe e o paradigma da autoridade no país
O Príncipe e o paradigma da autoridade no paísPor Nelson Pestana (Bonavena)*“ O grupo central carismático aparece também como um instrumento do chefe para reforçar o seu poder; utilizando a inveja e acicatando as rivalidades, no seu seio, o ch...
Ágora (93) - A emenda vem do ouvido, o juízo da multidão
“O que faz uma nação grande não é tanto os seus grandes homens, mas a estrutura dos seus inumeráveis medíocres”Ortega Y Gasset (Madrid 1883-1955)A propósito de um vídeo de uma multifacetada actriz brasileira, Maitê Proença, com tal...
O Príncipe e os Escritores
Por Nelson Pestana (Bonavena)*“Então, se a recente descoberta de JES, a “tolerância zero” contra a corrupção, não é apenas um momento de requintado (e sinistro) humor (fazendo concorrência aos Tuneza), é hora de a aplicar imediatamente ...
Ágora (92) - O futuro caminha para o passado
“ O futuro caminha para o passado”Edgar Morin (Paris-1921)Há muitas coisas perturbadoras na Angola de hoje, que devem até ter sido sempre perturbantes, só que a nossa idade, o empenho nas tarefas de construir alguma coisa que assumíamos nos...
Ágora (91) - Anatomia a som de caixa
Aleixo de Abreu, médico alentejano licenciado em Coimbra, vem para Angola em 1594, como médico pessoal de Furtado de Mendonça, nomeado por Filipe I, governador de Angola.Durante os quinze anos em que esteve em Angola, o licenciado tentou estudar ...
Ágora (90) - Há cada latitude
Há cada latitude.../Ágora/ Novo Jornal / Luanda/ 3-10-09No dealbar dos anos 70, era habitual na Europa os universitários fazerem o Inter-Rail, uma viagem pelos países que quisessem, com um bilhete que dava para um mês.O bilhete era barato, mochi...
Ágora (89) - Algumas Malhas que o Império Teceu
Algumas Malhas que o Império Teceu/ Ágora / Novo Jornal / Luanda/ 25-09-09Numa das recentes edições deste jornal, vieram um conjunto de artigos sobre a falência do projecto de Aldeia Nova, no município de Waku-Kungo. Não me surpreende esta sit...
Ágora (88) - O que interessa é a Associação
O que interessa é a Associação! / Ágora / Novo Jornal/ Luanda/ 17-09-09Quando titubeantemente, a então Republica Popular de Angola, dava os seus primeiros passos de uma independência sofrida, um grupo de portugueses cooperantes fundou no fim do...
Ágora (87) - Os Fixeiros não são Fixes
Na esteira do que tem acontecido com alguma frequência, acabou por dar à estampa um novo livro, sobre um tema estafado, e que é nem mais nem menos que uma obra menor, com um título pomposo: “Ficheiros secretos da descolonização de Angola”.A...
A disputa dos Príncipes na região - Por Nelson Pestana (Bonavena)*
A disputa dos Príncipes na regiãoPor Nelson Pestana (Bonavena)*"E nós cidadãos angolanos e congoleses em tudo isto? Participamos como carne de canhão na disputa dos respectivos príncipes ou afirmamos, de mãos dadas, o nosso direito de cidadani...
Ágora (86) - Trina Fortes (II)
Lembro-me como Camões foi ignobilmente tratado, pelas autoridades coloniais de Luanda no início da década de 70, e só corroboro o que António Lobo Antunes escreveu sobre as “horríveis estátuas de Luanda”, pelos vistos má tradição que se...
Ágora (85) - Trinca Fortes (I)
A Lusofonia tem as suas vacas sagradas, e admitamos sem rebuço que Luís de Camões é uma delas, já que é um dos símbolos maiores da escrita em língua portuguesa! Não vou escrever sobre Luís Vaz de Camões, da forma hermética que o discurso ...
