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    O pássaro da Rua 52

    Os fantasmas do Bebopda Rua 52marcam compassos na neve.Um taxi passava, amarelando a noite,um bêbado volátil num passo de ganso, quasedava um pontapé nas estrelas.Esgueirava-se por baixo da portado Three Deuces um blues.A rua era um espelho frioqu

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  • October 6th, 2008
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    O último da trilogia: Pathos

    III - PATHOS“Todos nós somos mais ou menos selvagens.”(George Bernard Shaw)A paixão cavalga à soltanas veias da existênciasenão a vida desérticaatava uma pedra ao pescoçotodos os diaspunha uma névoa nos olhosum sabor amargo na bocaum cora

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  • October 5th, 2008
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    Homeless

    meu ninho. o teci-do d'avenida Epitácio. fi-o de pára-choques.paralele-pí-pedos. pedaços depapel e placas.(Daniel Sampaio de Azevedo, 1983-)in Antologia de Poesia Brasileira do Início do Terceiro Milénio

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  • October 4th, 2008
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    Uma menina cega na paragem do autocarro

    Dentro da pedra de obsidiana pretatudo se iluminaO autocarro – dizem as vozes simples-vemdo fundo da avenidaAs vozes dentro de cristaischegam à menina ternamentecom medo de partira sua noite de pedra.3/10/2008

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  • October 2nd, 2008
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    Obituary

    Literary Kicks Opinions, Observations and Research :Obituary by JTParreira(ObituárioFernando Pessoa morreuno Bairro Alto, colocou os óculos sobre a mesapara sempre, três dias antesainda era visto a dobrar uma esquinada Baixa de Lisboagargalhadas

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  • October 1st, 2008
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    Uma Ria a que chamaram Aveiro

    Esa agua de alma única,Por la que te conocem por CarlosDâmaso AlonsoComo o espanhol também tenho o meu Carlosa minha ria que chamaram Aveiroos seus reflexos vêm de repentede uma esquina verdedos esteirosComo o rio em Boston a que chamam Carlosque

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  • September 30th, 2008
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    Poéticas da Retórica (2)

    II - ETHOS“(…) estava nu e escondi-me”(Génesis 3:10)Despido pela culpahá um medo sólidoe densoa sufocar a gargantado ser pensanteo trauma da falhaa consciência do malprocuraram as árvores do jardimmais cerradasimpenetráveisa não ser para

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  • September 29th, 2008
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    Yusef Komunyakaa

    Elegy for TheloniousDamn the snow.Its senseless beautypours a hard lightthrough the hemlock.Thelonious is dead. Winterdrifts in the hourglass;notes pour from the brain cup.Damn the alley catwailing a muted dirgeoff Lenox Ave.Thelonious is dead.Tonigh

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  • September 26th, 2008
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    Poéticas da Retórica

    «Escrevi uma trilogia, 3 poemas sobre os 3 pilares da Retórica no mundo antigo: o Logos, o Ethos e o Pathos. Envio-te estes 3 inéditos para, querendo, usares como achares melhor.Grande abraço.Brissos»Hiéron, Tirano de Siracusa (séc. V a.C), pr

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  • September 25th, 2008
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    Momento em Naim

    Quadro antigo, desconhecido Quando o enterro passouas lágrimas que estavamnos olhos da mãe, maisviúvos aindabateram em quemsaudava um filho mortoOs prantos do lutobatiam na vida que circulavana vida que diante da mortefica nuaQuando num gesto larg

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  • September 23rd, 2008
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    Intertextualidade no discurso do Poeta

    *Intertextualidade: o discurso do poeta não é uma unidade fechada.OS CORVOS“Os corvos eram bandeirasnos mastros da manhã.”(J. T. Parreira)Os corvos são bandeiras[negrasde navios piratasbuscam o seu tesouropor entre espigas douradasnas searase

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  • September 22nd, 2008
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    Conto Curto

    A car door slamming in the nightJohn AshberyOs teus ruídoschegaram a casaA casa encheude luzas janelasUma corrente de arnas cortinasvoou o ventoquando tornastea sairdo silêncio.(Sobre o poema "Regressos", de 2006)___________________________________

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  • September 17th, 2008
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    Suicídio de Van Gogh

    Os corvos eram bandeirasnos mastros da manhãUm céu vivo, azulsem desespêroJá devíamos desconfiarpor não haver um fio de águae o rio ser uma searade trigono caudal do ventoDevíamos lembrar Van Goghmuitas tardes com olhos sozinhosdiante da linh

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  • September 16th, 2008
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    Elos de Poesia II - Lisboa - Academia de Recreio Artístico

    No dia 18 de Setembro às 18H00, vai ter lugar na Academia de Recreio Artístico (Rua dos Fanqueiros, 286 - 1.º - Lisboa), o lançamento do livro "Elos da Poesia II", Colectânea de Poemas de Autores de Língua Portuguesa (Coordenação de Manuela R

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    Setembro

    Well, you can do anythingbut lay off of my blue suede shoesCarl PerkinsComeça Setembro a mudarde roupa para o OutonoVamos recordar-nose esperar o próximo Verãodentro de um jarrode sangria, recuperadoo ânimo que o sol e o marsempre trazem nesses d

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  • September 13th, 2008
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    Desdobramentos da Arca (1)

    Fernando Pessoa não só se desdobrou, diria intratextualizou em poetas, com os heterónimos, como se desdobrou também tanto quanto se sabe em leituras várias. Numa designada lista bibliográfica -livros citados ou detidos pelo Poeta- ficamos a sab

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  • September 12th, 2008
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    Intertextualidades

    Todo o texto se constrói como mosaico de citações - Julia Kristeva Poema inédito, recebido ontem do meu velho amigo Brissos Lino:AS VEIAS“Os rios não envelhecemcomo as nossas veias.”(João Tomaz Parreira)As veias são rios internosque carreg

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  • September 11th, 2008
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    Tradução de Adrienne Rich

    Gustav Klimt, Hope IIAqui papel de rascunho na categoria traduções

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  • September 10th, 2008
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    Porto de Ponta Delgada

    (Infância em 1957)Na data da chegada dos naviosa saudadevoava no cordameatava o movimentodo navio à pedra lavradade silênciosno cais cheio de olhospousado no oceanono meio do vozeariosó a espuma, sozinhavai e vem, e branqueiaos limos e os sonhos

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  • September 6th, 2008
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    Intratextualidades

    A consideração do poema na confissão de Andrade:Uma pedra no meio do caminhoou apenas um rastro, não importa.Estes poetas são meus. De todo o orgulho,de toda a precisão se incorporaramAo fatal meu lado esquerdo. Furto a Viniciussua mais límpid

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  • September 3rd, 2008
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    Vilegiatura (I) e (II)

    Não posso esquecer.Um dia me mostrasteas ondas, rajadas de marque seca na praia.14/8/2005Chegam em revoadas as brumasa aldeia encerra os rostosdas janelas, fecham os cordeirosdentro da boca os seus balidosO dia revê-se nos espelhosquando chega a no

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  • August 30th, 2008
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    O Tempo que passou

    No CentenárioEdição de 1973 Poeta Poeta: uma criança em frente do papel.Poema: os jogos inocentes,invenções do menino aborrecido e só.A pena joga com palavras ocas,atira-as ao ar a ver se ganha ao jogo.Os dados caem: são o poema. Ganhou. (A

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  • August 27th, 2008
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    Intertextualidade

    POEMA PARA UMA RECUSAHoje não:amanhã cantareiCorsino FortesHoje ainda há uma estrada imóveldiante de pedrasque é preciso vencerPor isso, amanhã cantareiHoje as palavras são aindainstáveis e assimhá ainda tropeços que enredam a línguaÉ pre

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  • August 25th, 2008
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    Mitologias*

    O FILHO DE APOLOOrgulhoso de se saber filho de Apoloo imberbe Faetonte insistiu em guiaro carro do Sol do pailogo que Eos afastou as cortinasdo Orientemas os cavalos indomáveis soltaram-seloucos pelos aresqueimaram bosquesabriram desertos de areiaes

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  • August 23rd, 2008
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    (Suicídio é comunicação)

    A mulher atirou-se do último andare ficou suspensanos fios do enredo dos postes— a comunicar telegraficamente ao mundoa sua belezaque a angústiatornava os cabelos mais livresao luto do vento...(José Gomes Ferreira)

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  • August 22nd, 2008
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    O Tempo que passou

    Fernando Pessoa foi sempre movido pela consciência de ser o intermediário entre o divino e a humanidade e que uma missão, recebida, lhe cumpria desempenhar. Esta consciência move-o no seu percurso literário e culmina, amadurecida e trabalhada, n

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  • August 21st, 2008
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    Leitura da “Nau Catrineta”, de Garrett

    Para uma leitura da “Nau Catrineta”, de GarrettInteressante abordagem pelo poeta e amigo Brissos Lino

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  • August 19th, 2008
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    Espólio Fernando Pessoa

    Aqui, uma excelente visita aos meios usados pelo Poetae o seu modus faciendi http://purl.pt/1000/1/

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    Texto de Referência sobre blogues de poesia

    PÓS-MODERNIDADE NA REDE: A POESIA BRASILEIRA NO SÉCULO XXIVirna TeixeiraIn Letras & Infovias, Caderno de Letras da UFF

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    Wikipédia, a enciclopédia livre

    Na Wikipédia, a enciclopédia livre.http://pt.wikipedia.org/wiki/J.t.parreira

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  • August 18th, 2008
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    O que viu a mulher de Lot

    A terra não acolheuo repouso da mulher de Lot: de péficou de pé a emergirdas ínfimas moléculas de salo sonho brancoafundado no silêncionão houve manhã seguinte, nemo emergir da alva.4-8-2007

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  • August 13th, 2008
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    Encontro

    Bernini, Apolo e DafneAdeus, Dafne, foi tudo tão breveum olhar retribuídopela água verde dos teus olhosum gesto iluminadopor uma conjunção de cristaisuma palavradesviada no ar pela limpidezde uma criança, foi tudotão brancocomo a inocência d

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  • August 9th, 2008
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    Morte do poeta palestiniano Mahmoud Darwish

    Mahmoud Darwish (13/3/1941 -9/8/2008) was a contemporary Palestinian poet and writer of prose. He has published over thirty volumes of poetry, eight books of prose and has served as the editor of several publications, including: Al-Jadid, Al-Fajr, Sh

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  • August 5th, 2008
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    Gasolina, inéditos sobre Hopper (6)

    Room in New YorkO sol é o mais altosítio de Nova IorqueMovidas a vazioas figuras aquecem sofásbancos de pianoum vestido vermelho lançapara a imaginação o corpoO interruptor acendeu a solidão.

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  • August 4th, 2008
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    Soljenitsine morre aos 89

    Sem poesiaNão fazer poesia sobre acontecimentos, sobretudo quando a realidade ocupa todo um espaço concentracionário.

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  • August 1st, 2008
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    Antigamente em Paris

    Antigamente em Parispodia-se beijar o solnuma esplanada de cafétranquilamentedeixar escorrer qualquer coisa frescapelo prazer abaixobeber um sonhosem gása vida corria líquida e clarasem pressaspor dentro das veiasno tempo em que havia tempoem Pari

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  • July 31st, 2008
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    Adrienne Rich

    WomenMy three sisters are sittingon rocks of black obsidian.For the first time, in this light, I can see who they are.*My first sister is sewing her costume for the procession.She is going as the Transparent ladyand all her nerves will be visible.*My

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  • July 30th, 2008
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    Crónica de um desencanto

    Os pombosA visão desencantada sobre os pombos na cidade, pelo meu amigo poeta Brissos Lino.

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  • July 29th, 2008
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    Lição de Poesia

    Pensando nas relações entre poesia e linguagem, entre paixão, poesia e linguagem, formulei a coisa de que a poesia seria uma manifestação, sobretudo, de paixão pela linguagem, por causa do próprio caráter substantivo da poesia. Um poema não

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  • July 26th, 2008
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    Arte Musical

    Rembrandt, David tocando para Saul Debaixo dos seus dedos a água correPássaros acendem raiosmulticolores, sob os dedos de DavidPendem flores da mesana presença dos inimigose nos lábios os cálicestransbordamPastor de cordas no ventoquando os seu

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  • July 22nd, 2008
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    Dois Macacos por Brueghel

    Poema de Wislawa Szymborska, 1957Guardo o sonho de minha tese de licenciatura:numa janela sentam-se dois macacos acorrentados,atrás da janela o céu flutua,e o mar espirra.Estou a fazer um exame sobre a históriada humanidade:gaguejo e hesito.Um ma

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  • July 20th, 2008
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    Wislawa Szymborska

    Two Monkeys by Brueghel #I keep dreaming of my graduation exam:in a window sit two chained monkeys,beyond the window floats the sky,and the sea splashes.I am taking an exam on the history ofmankind:I stammer and flounder.One monkey, eyes fixed upon

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  • July 19th, 2008
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    Two Monkeys, by Brueghel

    Hoje, o quadro( um óleo de 1562). Amanhã, o poema de Wislawa Szymborska.

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  • July 18th, 2008
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    Testemunho

    Lê-lo é sempre um desafio. A sua poesia remete-nos para o Universo do não dito, do oculto. E todavia, as imagens são palpáveis, verificáveis.Gosto de o ler. Bem haja por partilhar.Cordiais saudações.Mel de Carvalho ("Escrita Criativa")

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  • July 17th, 2008
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    Os Escritores

    Michael Horovitz e Allen Ginsberg, Londres, verão de 1965 Peça em dois quadros num Acto. Personagens:Arlen, um americano, contista conhecido nos meios da revista Literay Kicks, cerca de 40 anos.Specter, perto dos 60. Crítico literário avulso.Uma

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  • July 15th, 2008
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    No Title

    Pontes de Paris, Nadir AfonsoAs águas do Senasão um manualde arquitecturade pontesrectilíneas em arcono espelhodo rio, esculpindoas águas, as pontesmultiplicam-sesob o céu de vidropardo, parado.11-7-2008

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  • July 13th, 2008
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    In The Creative Writer

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  • July 11th, 2008
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    À espera dos Bárbaros

    Sem bárbaros o que será de nós?Ah! Eles eram uma solução.Kaváfis Sonhávamos com os bárbaroscom suas barbascarregadas de presságios As nossas terras férteis e o ameno mardiziam que chegavam hoje Os seus costumes já não chocam a nossa sis

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  • July 9th, 2008
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    Partida

    When you go,if you goand I should want to dieEdwin MorganMarcados para o amor, para a resistênciado amorpensam quando um deles partiro que o outro desejacomo morrertambém às mesmas mãos infinitasir no mesmo abraçotransparente, sem corposó com o

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